Como definir prioridades e executar tarefas

Como definir prioridades e executar tarefas

Thais Godinho é escritora, blogueira e organizadora profissional. Neste texto simples dá dicas importantes sobre administração e visão do tempo. 

“Só vai mesmo a algum lugar quem sabe para onde quer ir…”

É a máxima do meu domingo, que seja bom para todos. 

18 coisas que as pessoas criativas fazem diferente

18 coisas que as pessoas criativas fazem diferente

Imagine um texto longo, cheio de referências e que precisa ser relido com atenção e boa disposição para ser integralmente aproveitado. Esse é assim, tanto que eu mesma ainda não me dei por vencida e haverei de estudá-lo com maior atenção.

(Em alguns pontos ele parece até um tanto repetitivo e isso graças ao fato de que o assunto foi tão esmiuçado que a gente se perde entre a leitura, reflexões e lembranças…)

Roupa velha, Velha companheira!

Atualmente consumimos mais do que realmente precisamos para sobreviver. Não chegamos a ser acumuladores na maior parte das vezes, mas temos muitas opções – especialmente no vestir.

Há pouco estava colocando algumas roupas no tanquinho e reencontrei uma antiga amiga: uma camisola surrada, esburacada e tão maciaaaa (<3) e depois de tanto tempo juntas parei pra pensar: “Há quanto tempo ela está comigo?”

Fiz as contas. São 15 anos!!!

Ela foi adquirida em 1998 com uma finalidade e propósito distinto: cobrir minhas vergonhas para um pós operatório – onde retirei um tumor que havia danificado um ovário e meio do meu sistema reprodutor – e evitar que eu levasse uma daquelas roupas velhas e batidas que a gente usa pra dormir ainda na casa dos pais, sabe?

Me lembro do dia e da loja onde a escolhi, lá no “Calçadão” do centro da cidade. Minha mãe estava comigo e queria algo mais bonitinho, eu optei por um modelo pouco acima dos joelhos e com manga longa. A estampa? Casper! Isso, O Fantasminha Camarada.

 

Gasparzinho, O Fantasminha Camarada

 

É engraçado parar para pensar que uma roupa comprada de ultima hora, pra um fim nada animador (diagnóstico e cirurgia emergenciais me levaram a pensar no pior) está comigo até hoje!

No final das contas cá estamos nós. Ela que por estar no seu momento “limpeza” não pode estrelar o post, e eu que não consigo me lembrar de uma peça mais enigmática e marcante de todo meu guarda-roupas.

Obrigada Velha Companheira!

Eu não sei se sou escritor…

Eu não sei se sou escritor, mas sou observador, consigo perceber emoções mesmo nos locais mais inusitados…
Eu não sei se sou escritor, mas busco constantemente provocar todos os tipos de sentimentos para os que escrevo…
Eu não sei se sou escritor, mas sou escravo da emoção do outro…
Eu não sei se sou escritor, mas sou um torturador da lógica em prol de uma boa risada ou mesmo reflexão…
Eu não sei se sou escritor, mas sou sim um criador de histórias e um combinador dessas letrinhas em um fundo branco…
EU NÃO SEI SE SOU ESCRITOR, APENAS SEI QUE SINTO E ENXERGO O QUE ESTÁ O MEU REDOR…

Por Luiz Ehlers, originalmente postado aqui (leia na íntegra).