Recomeço, Pais & Filhos, Fotografia

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Olá amigos! Estou de volta mais uma vez e justifico minha ausência: meu pc antigo queimou, o novo só chegou bem recentemente e meu acesso a internet ficou bem restrito. Agora, com mais tempo livre (estou sem trabalhar em regime CLT) e com ânimo renovado tudo deve ficar mais bacana por aqui.

Espero que as festividades tenham sido agradáveis e todos estejam com saúde, paz e amor – se não de sobra, que ao menos suficiente – em seus dias.

Essa foto que vai no começo do post me tocou de uma maneira espetacular hoje por dois motivos: o cuidado e o carinho evidentes e por relatar o amor entre as espécies. Hoje meu teúdo e manteúdo (companheiro de longa data) ficou desesperado quando viu nossa filhotinha mais nova com a cabeça enroscada no portão. E vê-lo mais desesperado do que ela própria mostrou o quanto ele é sensível e a ama. Coisa boa demais pra começar a semana, apesar dos pesares.

E voltando a falar de fotografias, bom… eu haverei de fazer em breve uma Oficina de Rua com um fotógrafo amigo meu mais que amado e muito mais competente: Nario Barbosa. O projeto ainda está em organização e talvez possamos visitar barracões de escolas de samba para tal trabalho. Estou empolgada, mesmo que leve comigo apenas um celular por equipamento.

É isso, um beijo enorme e tudo de bom. =)

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41º Salão de Arte Contemporânea “Luiz Sacilotto” (Santo André/SP)

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Até 29 de Junho está em exibição o 41º. Salão de Arte Contemporânea “Luiz Sacilotto”, no município de Santo André. Embora o acesso não seja dos mais favoráveis, o local é velho conhecido de quem transita pela PMSA, indo ao fórum, câmara, teatro ou biblioteca.

Para tal evento se encontram expostos trabalhos selecionados por  uma comissão julgadora composta por Agda Carvalho, Daniel Caballero e Nancy Betts, onde foram divididas nas categorias de pintura, desenho, fotografia, performance e vídeo.

Após ter conhecido em 30/04/13 (ontem), recomendo a visita para quem busca inspiração, prestigiar o espaço público andreense ou mesmo se surpreender com um ou outro trabalho mais “arrojado e fora do convencional”.

Particularmente senti um ar de “dureza” em boa parte dos itens expostos, entretanto, aquele tipo de “arte clássica” que admiro, ou seja, mais a moda antiga (por falta de uma definição melhor) também pontuou no placar.

Seguem algumas imagens que capturei por terem me agradado bastante.

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(Wesley Lopes, “Carta” – Pintura)

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(Ana Lucia Mariz, “Paisagem Águas Claras” – Fotografia)

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(Vitor Mizael, “Sem Nome”, Acrílica Sobre Tela)

Ainda havia mostra de grafites no corredor que conduz para a bilheteria e entrada do teatro.

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“A cultura está acima da diferença da condição social”
(Confúcio)